
Sexta-feira, Janeiro 27, 2006
Os Cds do Zéu continuam a venda na Modern Sound ( Rua Barata Ribeiro 502 - D / Copacabana - Rio de Janeiro / Tel (0xx21) 2548-5005) E NÃO ESTÁ MAIS A VENDA NA CAVALERA.
A NOVA NOTÍCIA é que agora estão a venda também na loja Flash Point, em Salvador ( Shopping Barra, 3º piso - Telefone: 71- 3264-9644 - Fax: 71-3267-8433)
Aproveitem!
Agradecimentos: Juliana Lacerda (Tudo de Bom Produções)
"Eu queria ter um lança-chamas...":
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Quarta-feira, Janeiro 18, 2006
"Eu queria ter um lança-chamas...":
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Segunda-feira, Janeiro 16, 2006
Devido ao enorme sucesso da peça Camila Beker e as gravações da série Avassaladoras, o show do dia 18/JAN na Fundição progresso foi adiado.
Mas fique atento que logo publicaremos novas datas de shows.
"Eu queria ter um lança-chamas...":
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Aos fãs do rio de janeiro que estão em busca de cd do Zéu, o mesmo está à venda somente na Modern Sound da rua Barata Ribeiro 502 - D, Copacabana. Ligue para maoires para o número 2548-5005
"Eu queria ter um lança-chamas...":
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Domingo, Janeiro 15, 2006
No dia 06 de janeiro de 2006, estreiou a montagem do consagrado musical Camila Baker - A Saga continua de Emílio Boechat, no Teatro das Artes, às 21h30, sob a direção de Fernando Guerreiro, no elenco Daniel Boaventura, Zéu Britto, Leonardo Bricio, Marcos Mion e Otavio Muller se revezam em mais de 30 papeis e desfilam 60 figurinos, assinados pelo cenógrafo Marcos Lima.
Montada pela primeira vez em 1990, Camila Baker logo se tornou um espetáculo cult do circuito alternativo de teatro, em São Paulo. Nove anos depois, a peça foi remontada com produção de Sandro Chaim e direção de Fernando Guerreiro (A Bofetada e Os Cafajestes), que levaram o espetáculo para o circuito comercial, atingindo um público bem maior e mais amplo, mantendo ainda assim o aval positivo da crítica especializada. Em 2005, seis anos depois, a mesma dupla (produtor e diretor) deu nova vida à Camila Baker, no Teatro Procópio Ferreira, considerado um grande sucesso da temporada que agora em janeiro chega ao Rio de Janeiro, no Teatro das Artes.
A produção é impecável e, além do cenário e figurinos do premiado Marco Lima, o elenco reúne pela primeira vez os atores em cena, que dividem os mais de 30 papéis de homens e mulheres da peça.
O texto, que já havia sido modificado para a montagem de 1999, foi quase que inteiramente re-escrito pelo autor, Emilio Boechat, estimulado por idéias do diretor e do próprio elenco. Além da trama principal, que foi acrescida de mais elementos de suspense e mistério, o espetáculo conta com quatro cenas inéditas, uma delas uma opereta composta pelo Maestro Miguel Briamonte, que também assina a direção musical do espetáculo, no qual incluiu mais uma canção inédita e outras que não existiam na montagem anterior. Sobre as alterações, Boechat explica: "Durante as leituras, percebi que a trama poderia ser mais bem desenvolvida, para equilibrar os papéis para cinco protagonistas. As idéias e sugestões do elenco e do diretor provocaram um processo que levou a mudança em quase todas as cenas". Ainda completa dizendo que "a trama ficou mais rica e mais bem amarrada. Em 1990 era mais ou menos uma seleção de esquetes; em 1999, a peça ganhou uma história e agora se tornou um novo espetáculo ainda mais carregado no humor. A semelhança é o fato de continuar contando a história de Camila Baker, porém de outros ângulos".
O diretor Fernando Guerreiro explica que o espetáculo é uma grande homenagem bem humorada ao teatro. "Brincamos com todos os gêneros teatrais e com aquilo quê de pior foi feito. É uma autocrítica, um deboche de nós mesmos que fazemos teatro". E completa: "A trama é levada a sério, mas tudo é absolutamente risível; um humor crítico e corrosivo. Os enfoques estão sobre nós, latinos. Nada europeização nem americanização da arte. Somos latinos... E pronto". Ainda brinca: "A saga continua".
Camila Baker - A Saga Continua narra a saga da fictícia atriz de teatro que dá nome à peça, que abandonou tudo para tentar a sorte no show business. Sua história é contada a partir de flash-back, relembrando trechos de sua vida e de seus grandes espetáculos: uma opereta, uma tragédia grega, uma peça de protesto, uma peça de vanguarda e um espetáculo infantil. Quando o espetáculo se inicia, a ex-diva está louca e desterrada em sua própria mansão com aspecto de abandono. Além da própria Camila (Daniel Boaventura), lá moram sua irmã Virgínia (Marcos Mion), seu filho Wolfgang (Zéu Britto) e sua fiel camareira Dorothy (Otavio Muller), entrevada em uma cadeira de rodas. Toda a história sobre a loucura e o fim da carreira de Camila Baker vem à tona quando à mansão recebe a inesperada visita de Jennifer (Leonardo Bricio). A trama guarda muitas reviravoltas e surpresas rocambolescas. Mas o humor negro e o nonsense ainda são a marca registrada do texto.
Fonte: Site Camila Baker
"Eu queria ter um lança-chamas...":
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Narra a saga da fictícia atriz de teatro que dá nome à peça, que abandonou tudo para tentar a sorte no show business. Sua história é contada a partir de flash-back, relembrando trechos de sua vida e de seus grandes espetáculos: uma opereta, uma tragédia grega, uma peça de protesto, uma peça de vanguarda e um espetáculo infantil. Quando o espetáculo se inicia, a ex-diva está louca e desterrada em sua própria mansão com aspecto de abandono. Além da própria Camila (Daniel Boaventura), lá moram sua irmã Virgínia (Marcos Mion), seu filho Wolfgang (Danton Mello) e sua fiel camareira Dorothy (Otavio Muller), entrevada em uma cadeira de rodas. Toda a história sobre a loucura e o fim da carreira de Camila Baker vem à tona quando à mansão recebe a inesperada visita de Jennifer (Leonardo Brício). A trama guarda muitas reviravoltas e surpresas rocambolescas. Mas o humor negro e o nonsense ainda são a marca registrada do texto.
Ficha Técnica:
Texto: Emílio Boechat
Direção: Fernando Guerreiro
Direção musical: Miguel Briamonte
Músico: Breno Lucena
Cenário e figurino: Marco Lima
Iluminação: Berilo Nosella
Coreografia: Ângela Dip
Visagismo: Carlos Beltran
Assistente direção: Marcelo Lahan
Assistente cenário e figurino: Sofia Papo
Programação visual: Silvia Rocha Campos
Fotografia: Eduardo Barillari
Assistente de produção: Fernando Moreno
Adereços de cena e objetos: Márcio Vinícius
Administração: Alexandre Barros
Produção executiva: Marinês Chaim
Direção de produção: Sandro Chaim
Realização: Chaim Produções
Horário:
5ª feira, 6ª feira e sábado - 21 hs
domingo - 20 h
Preço:
Quinta R$ 40,00
Sexta e Domingo R$ 45,00
Sábado R$ 50,00
Endereço:
Rua Marques de São Vicente, 52 - Shopping da Gávea - 2º Piso
Tel.: (0**21) 2540-6004
Faixa Etária - 18 anos
"Eu queria ter um lança-chamas...":
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Sexta-feira, Janeiro 13, 2006
Não bastasse as apresentações de Zéu Britto em Camila Baker, Zéu Britto prepara-se para mais uma maratona nos palcos.
O ator e cantor retoma a turnê de seu cd de lançamento, o úmido Saliva-me, nos braços da boêmia carioca.
Zéu se apresentará dia 18/Jan na Fundição progresso na Lapa.
Maiores informações:
Endereço:Rua dos Arcos.24
Telefone: 2220-5070
"Eu queria ter um lança-chamas...":
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Quarta-feira, Janeiro 11, 2006
Os atores fizeram uma sessão especial no Teatro das Artes
O ator Zéu Britto
Mônica Martelli e Zéu Britto
Fonte:Babado
"Eu queria ter um lança-chamas...":
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Segunda-feira, Janeiro 09, 2006
Estréia de Camila Baker, no Teatro das Artes
Adriana Esteves, Zéu Britto e Vladimir Brichta
Adriana, Zéu e Vladimir
Camila Baker - A Saga Continua narra a saga da fictícia atriz de teatro que dá nome à peça, que abandonou tudo para tentar a sorte no show business
Os atores que estavam por lá fizeram questão de tirar uma foto com a Roberta Close
Fonte: O Fuxico, Babado
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Quarta-feira, Janeiro 04, 2006
Zéu Britto em suas multi-facetas começa 2006 com o pé direito! Depois de lançar o CD Saliva-me, Zéu volta aos palcos para interpretar. Dessa vez os fãs do artista poderão conferir de pertinho sua performace no palco como ator.
Substitindo Danton Mello que dedica-se a uma novela, Zéu estréia nessa sexta-feira, dia 6 de Janeiro na peça Camila Baker no Teatro das Artes (Shopping da Gávea) no Rio de Janeiro.
Trata-se de um comédia musical baseada no texto que revelou o autor Emílio Boechat na década de 80 e que diverte ao contar a história de uma atriz excêntrica.
A peça se passa num misto de dimensões teatrais. O elenco utiliza-se de 45 minutos, 30 personagens e 60 figurinos que são mostrados ao público em três dimensões diferentes: o palco propriamente dito, um palco sobre o palco e as coxias.
No elenco, Marcos Mion que é Virgínia, uma espécie de "perua-magrela-frustrada"), Otávio Muller é Dorothhy, a camareira de Camila, Leonardo Brício faz Jeniffer e Zéu Britto que fará Wolfgang, filho da personagem título.
"Eu queria ter um lança-chamas...":
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